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JS – Excitante!

WebApp – Saga

O que nós ganhamos!

Definição 

(Side Client)

MultiPlataforma

Programas JS rodam em diferentes browsers, sobre diferentes SOs e plataformas de hardware.

Dinamicamente Interpretada

Ela tem como principal característica ser uma linguagem dinamicamente interpretada. Isso proporciona liberdade, permitindo por exemplo modificar e criar tipos em runtime, tirar vantagem de late binding, etc….

Dinâmica

Manipule o conteúdo HTML.

Uma das vantagens é o modo simples de permitir aceder e manipular o conteúdo html de uma página, dando-lhe maior dinamismo.

A habilidade de escrever HTML dinamicamente em web pages é um dos recursos mais poderosos do JS.

document.write (“<br>”)

Compatibilidade

A única linguagem suportada por todos os browsers mais populares.

O JS é a linguagem mais utilizada para escrever códigos client-side, devido a sua compatibilidade com a maioria dos browsers. Ou seja, ela está amplamente disseminada, instalada em qualquer computador que tenha um browser moderno.

Interatividade

JS é montada dentro do browser. Ela é uma das melhores maneiras de acrescentar interatividade ao site, pois ele é a única linguagem cross browser que funciona diretamente com browsers Web. Linguagens, como Java, Perl e C, não têm acesso direto a imagens, forms e janelas que formam uma web page.

Prototype

Alternativa quando não temos a OO.

JS é uma linguagem orientada à prototypes. Paradigma utilizado quando a plataforma não possui o conceito de classes. Para obter-se o reuso de um comportamento (herança, nas linguagens OO) é feita a cópia de outro tipo/objeto, o protótipo.

Então, temos que um prototype é um objeto usado para implementar uma estrutura, estado e herança de comportamento no JS.

Next stop JQuery. Disambarke on the left.

TS Apresenta Fundamentos

Real:Fake

Aprenda como desenvolver no typescript, o UnitTest com Stubs para acabar com as dependências (recursos externos).

Durante o desenvolvimento, é comum ao criar unittest, o nosso método para ser testado tenha dependências externas, ou seja, algo que não podemos controlar ao fazer testes. São exemplos, webservices, database, arquivos em disco, threads, etc…

Para resolver isto, é preciso eliminar esta dependência, para que o unittest teste apenas uma “COISA”, ou seja, a lógica do método sob teste. Aqui entra em ações os objetos fakes, como os stubs, por exemplo.

Abordaremos

  • Overview
  • O exemplo mais simples do mundo

“TS, JS que eleva!”